sexta-feira, 22 de julho de 2011

Reflexão rápida acerca dos crimes de transito

O principal é a mudança comportamental. Não podemos tolerar o uso abusivo do álcool e sua associação com a direção de veículos automotores. Contudo, uma medida emergencial deve ser tomada. Sugiro uma mudança constitucional e legal. Criação de uma comissão que possa comprovar os detalhes da materialidade dos incidentes de trânsito com vítimas. Preservando os direitos constitucionais e a busca da verdade real. A coleta das amostras orgânicas para aferir a alcoolemia seria obrigatória e realizada por equipe de Peritos Médicos Legais do Instituto de Polícia Científica, na presença de representantes da OAB, Poder Judiciário, Ministério Público e Advogados do condutor. O exame seria registrado de todas as formas para garantir o contraditório e a ampla defesa. Se fecharmos o entendimento de forma estúpida na interpretação pétrea do inciso LXIII, artigo 5º da Constituição Federal Brasileira seremos eternas vítimas dos bêbados assassinos do trânsito.

Postada pela primeira fez em: http://www.facebook.com/note.php?note_id=10150251946159827 por Galdino Toscano, quinta, 21 de julho de 2011 às 19:06

domingo, 3 de julho de 2011

“Forró eletrônico”, ou seria ‘forró pornofônico’?

A pornografia na TV tem indicação exibida na abertura dos programas. A pornofonia nas rádios, que também são concessões públicas, inexiste.

Em tempos de festas juninas me veio à mente a seguinte constatação e questionamento: A apologia à promiscuidade é mote preferencial do “forró eletrônico”, ou seria ‘forró pornofônico’? Enfim, essas ondas sonoras reduzem as mulheres ao estado de coisa, meros regalos sexuais dos machos, cavidades animadas para deposição de sêmen, semoventes de ancas largas ou demais atributos deveras animalescos. Aos homens é relegado o papel de ogros sedentos por sexo, desprovidos de qualquer respeito para com as mulheres, suas escravas sexuais.

Essas tentativas de letras, ou melhor, versos onomatopéicos, verdadeiros relinchos tribais naturaliza a violência contra as mulheres e legitima o comportamento machista de ambos os gêneros. Fomenta a perpetuação da existência medíocre de machos agressivos e de fêmeas submissas, destituídos de inteligência, alienados e incapazes de perceber a dimensão cognoscível da música, pois se encontram arraigados a sua vertente puramente hormonal.

O prognóstico comportamental não é nada animador, geração de ninfomaníacos, hedonistas uni facetados, e o pior, iludidos pelo pseudo fundamento da liberdade de escolha. Mas,... ele dorme lá em cima “na casa das primas, na casa das primas” e ela dorme lá embaixo “na casa dos machos, na casa dos machos”...